domingo, 7 de junho de 2015
Feira Permanente de Amostras
Na imagem aparece o prédio da Feira Permanente de Amostras. A Rádio Inconfidência, fundada em 3 de Setembro de 1936, funcionou no edifício. O local da construção é ocupado desde a década de 1970 pelo Terminal Rodoviário da capital.
Foto da década de 1930. Fonte: Acervo José Góes
terça-feira, 26 de maio de 2015
Bondes Fechados
Para a realização da Copa do Mundo de 1950, Belo Horizonte ganhou bondes fechados, um dos avanços para a mobilidade urbana na época. Na imagem vemos solenidade no lançamento dos novos modelos.
Foto de 26/04/1950. Fonte: Arquivo Jornal Estado de Minas.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Córrego Acaba Mundo
A imagem mostra base de sustentação para futura pavimentação sobre o córrego Acaba Mundo, que percorria a Avenida Afonso Pena até a Rua Professor Moraes, hoje canalizado e coberto. Ao fundo o prédio do Fórum em construção, ocupado posteriormente pela Escola Normal e hoje pelo Instituto de Educação.
Foto de 1896.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Vista do Centro
Na imagem, tomada do Conjunto JK ainda em obras, vemos detalhe da Praça Raul Soares à esquerda e na Avenida Amazonas o Edifício Leblon em construção. Mais acima, o Edifício Acaiaca e a Serra da Piedade à sua direita.
Foto da década de 1960.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Rua Tupinambás
A imagem mostra trecho da Rua Tupinambás quase esquina com Avenida Afonso Pena, composto de estabelecimentos comerciais.
Foto da década de 1940. Fonte: Acervo do Museu Histórico Abílio Barreto
Minas Tênis Clube
Inaugurado em 1937, segundo projeto arquitetônico de Romeo de Paoli, o MTC marcou profundamente a vida cultural de Belo Horizonte nos anos 1940. Os eventos mais importantes da cidade passaram a acontecer ali. Para os bailes e festas acorria toda a sociedade elegante, tudo isso sem contar os acontecimentos propriamente esportivos. Observe à direita detalhe da região Centro-Sul ainda pouquíssimo habitada.
Foto da década de 1940. Fonte: Coleção Otávio Dias Filho
Festa da posse de JK
Eleito governador de Minas em 1950, Juscelino Kubitschek assumiu em 1951 e anunciou no discurso de posse o seu programa para o Estado. A praça da Liberdade virou uma festa com a sua vitória, conforme vemos na imagem.
Foto de 1951. Fonte: Jornal Estado De Minas
Distrubuidora de Eletricidade
A Distribuidora de Eletricidade ocupava o quarteirão compreendido entre a Avenida Afonso Pena e as ruas Alagoas e Timbiras.
Foto colorizada da década de 1910. Acervo Família Lunardi
Praça Doze de Outubro
A atual Praça Sete de Setembro era denominada anteriormente Praça Doze de Outubro, referência à data da descoberta da América por Cristóvão Colombo em 1492. Em 1922 seu nome foi alterado para o atual, nas comemorações do centenário da Independência do Brasil.
Foto da década de 1910.
O fim da Segunda Guerra Mundial
As bombas sobre Hiroshima e Nagasaki marcaram o fim da Segunda Guerra Mundial e os pracinhas mineiros eram recebidos com festa em frente à Igreja São José. Do outro lado da Avenida Afonso Pena uma placa anunciava a próxima construção do Edifício Acaiaca, que seria inaugurado em 1947 e se tornaria o mais alto da capital.
Foto de 1945. Fonte: Jornal Estado De Minas
Cine Odeon
O Cine Odeon existiu na Rua da Bahia um pouco acima da esquina com Avenida Afonso Pena.
Foto da década de 1940. Fonte: Jornal Estado De Minas
Lagoa da Pampulha
Seis anos após sua inauguração, a Lagoa da Pampulha vira atração turística. As corridas de automóveis atraiam dezenas de pilotos.
Foto de 1949. Fonte: Jornal Estado De Minas
Ford 1922
Na imagem aparece, ao volante, o proprietário do Ford 1922, Sr.Benvindo Lima(1900-1984).
Foto de 1929. Fonte: Acervo Benvindo Lima
Edifício Acaiaca
Aqui aparece um recém-inaugurado Edifício Acaiaca, que era e continua sendo e prédio mais alto da capital, com 120m divididos em 30 andares.
Foto de 1947. Fonte: Jornal Estado De Minas
Avenida Afonso Pena
Trecho da Avenida Afonso Pena na esquina com Rua Tupis, onde se vê a tradicional loja Paratodos.
Foto da década de 1940. Fonte: Acervo do Museu Histórico Abílio Barreto
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Avenida Afonso Pena
Na imagem vemos a Avenida Afonso Pena no sentido Centro/Bairro, na Praça Sete, onde se destaca, a direita, o edifício Clemente Faria, construído em 1946, onde funcionava a antiga sede do Banco da Lavoura.
Foto de 1956. Fonte: Biblioteca IBGE
Mercado Central
Inaugurado em 7 de Setembro de 1929, na gestão do prefeito Cristiano Machado, o Mercado Central foi muito importante para situar num só lugar o abastecimento da cidade. Reuniu feirantes que trabalhavam na Praça Rui Barbosa(da Estação) e na atual Praça Rio Branco(da Rodoviária) em um terreno próximo a Praça Raul Soares. A área de 14.000 metros quadrados era descoberta e circundada por carroças que transportavam os produtos. Pertenceu ao município até o início da década de 1960, quando a prefeitura resolveu vender o terreno, alegando impossibilidade de administrar a feira. Em 1964 um leilão foi feito e os comerciantes dali criaram uma cooperativa para assumir o empreendimento.
Na imagem vemos a entrada da esquina da Avenida Amazonas com Rua Santa Catarina.
Foto da década de 1960. Fonte: Fundo ASCOM/APCBH
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Abertura da Avenida Amazonas
Nas imagens vemos a obra de construção da via em dois diferentes trechos, nas proximidades dos bairros Barroca e Gameleira. Como dá para perceber, foi uma empreitada grandiosa que demandou muita escavação e que levou muitos anos para ser concluída. Hoje é a 4ª via mais extensa da capital, com 9,15 Km, ficando atrás das avenidas Otacílio Negrão de Lima, Cristiano Machado e Contorno.
Fotos de 1941. Fonte: Acervo de Wilson Baptista, fotógrafo mineiro falecido a 13.01.2014 aos 100 anos.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Praça Raul Soares
A imagem, obtida do prédio da Igreja Batista mostra uma praça ainda com árvores pequenas e sem o chafariz. Alguns dos grandes edifícios residenciais já estavam lá. Na extrema esquerda vê-se detalhe do Minascentro e na extrema direita parte do lote onde seria construído o bloco B do Conjunto JK. O antigo prédio das Massas Aymoré, que aparece logo acima abrigava agora uma empresa estatal; o mesmo local é hoje ocupado pelo prédio da Igreja Universal.
Foto da década de 1950.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Praça Raul Soares
Vista aérea da região central, com destaque para a Praça Raul Soares. A obra do bloco A do Edifício Juscelino Kubtschek, iniciada em 1953, já estava bem adiantada; os dois blocos só seriam concluídos no início dos anos 1960.
Foto da década de 1950. Fonte: Acervo MHAB
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Avenida Afonso Pena
A imagem mostra trecho da via no cruzamento com a Rua Tupis no sentido bairro-Centro, aparecendo à esquerda o antigo sobrado que abrigava no passado o Palácio Hotel e o Bar do Ponto, local hoje ocupado pelo edifício do Othon Palace.
Foto da década de 1940.
terça-feira, 15 de julho de 2014
Avenida Afonso Pena
Clássica imagem da Avenida Afonso Pena coberta por fícus podados em formas retas, obtida do pédio da Feira Permanente de Amostras, mostrando a via em toda a sua extensão, com destaque para o prédio do Banco/Hotel Financial.
Foto da década de 1940. Fonte: Acervo Câncio de Oliveira.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
domingo, 13 de julho de 2014
Praça Sete
Imagem obtida do prédio do Cine Theatro Brasil, mostrando a Praça Sete e a Avenida Afonso Pena no sentido Centro/bairro. À esquerda, o prédio do Banco da Lavoura, onde atualmente funciona posto UAI(Unidade de Atendimento Integrado).
Foto da década de 1940. Fonte: Acervo Câncio de Oliveira.
Praça Raul Soares
Vista aérea da região central no sentido Leste/Oeste, mostrando ao centro a Avenida Olegário Maciel em quase toda a sua extensão, com destaque para a Praça Raul Soares. Nesta via vê-se o terreno que seria ocupado pelo Conjunto JK na década seguinte; mais acima, o antigo campo do Atlético Mineiro, local onde hoje se encontra o Shopping Center Diamond Mall.
Foto da década de 1940. Fonte: Acervo Câncio de Oliveira.
Vista
Vista aérea da região central da capital, mostrando em destaque trecho inicial da Avenida Afonso Pena, onde aparece a Igreja São José à esquerda. Ao fundo, no começo da via, a antiga Feira Permanente de Amostras, local hoje ocupado pela atual Rodoviária.
Foto da década de 1940. Fonte: Acervo Câncio de Oliveira.
Centro
Esta vista aérea mostra em primeiro plano o hiper centro da cidade, com destaque para o Viaduto Santa Teresa, a Praça da Estação e a Avenida Amazonas.
Foto da década de 1940. Fonte: Acervo Câncio de Oliveira.
Vista aérea
Nesta vista aérea aparece em primeiro plano parte dos bairros Lourdes, Cidade Jardim e Funcionários, destacando-se as ruas Santa Catarina, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro.
Foto da década de 1940. Fonte: Acervo Câncio de Oliveira.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Vista da região central
Foto do final da década de 1940. Fonte: Acervo Câncio de Oliveira.
domingo, 22 de junho de 2014
Conjunto Juscelino Kubitschek
Esta curiosa imagem é uma montagem que inseriu desenho(croqui) do projeto de Oscar Niemeyer para o Conjunto Juscelino Kubitschek em foto da Praça Raul Soares. Veja que havia uma passarela sobre a Rua Guajajaras ligando os dois blocos. Se observar bem verá que a foto é anterior ao início das obras dos prédios, que se deu em 1953. A obra dos dois blocos foi concluída em 1970, com 1068 apartamentos no total, onde moram 5.000 pessoas atualmente. Os blocos possuem 23 e 36 andares, sendo que o mais alto é o 4º maior prédio da capital, tendo 100m. O Edifício Acaiaca ainda é o 1º em altitude, com 120m, apesar de possuir 30 andares.
Croqui inserido em foto da década de 1950.
sábado, 21 de junho de 2014
Lagoa da Pampulha
Na época em que foi inaugurado o conjunto arquitetônico da Pampulha, as margens da lagoa ainda não eram ocupadas por casas e os bondes faziam o transporte dos belo-horizontinos por ali para ver os atrativos da orla, como o cassino, que aparece no centro da imagem, cujo prédio hoje sedia o Museu de Artes. A capital chegou a ter 73 quilômetros de linhas de bondes, 50 a mais do que a atual extensão de metrô. A partir da década de 1950, com a entrada em circulação dos trólebus e a ascensão dos ônibus, eles foram aos poucos sendo aposentados.
Foto da década de 1940. Fonte: Fundação Municipal de Cultura.
Igreja São Francisco de Assis
A Igreja São Francisco de Assis, o ícone do conjunto arquitetônico da Pampulha, é obra de Oscar Niemeyer, tem painéis do artista plástico Cândido Portinari, mosaico de Paulo Werneck e jardins de Burle Marx. Foi inaugurada em 1943 e tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico municipal, estadual e nacional.
Foto da década de 1940. Fonte: Arquivo Público Mineiro.
Sport Club Foot-Ball
Em 1904 foi fundado o primeiro clube de futebol de Belo Horizonte, o Sport Club Foot-Ball. Os jogadores copiavam rigorosamente o estilo inglês de jogar e se vestir. Em 1917 a cidade ganhou seu primeiro jornal esportivo, o "O Foot-Ball", cuja capa aparece no detalhe.
Fotos de 1904 e 1917. Fonte: Acervo Museu Histórico Abílio Barreto/Acervo Biblioteca Universitária da UFMG.
Maquete do Palácio das Artes
O Palácio das Artes é um complexo arquitetônico que ocupa 18 mil metros quadrados. Idealizado na década de 1940 pelo prefeito Juscelino Kubitschek(1902-1976), teve as obras paralisadas várias vezes por falta de recursos. A prefeitura só conseguiu garantir a construção depois que os governos estadual e federal resolveram contribuir. A Grande Galeria foi inaugurada em 1970 e o Grande Teatro em 1971.
Na imagem, o arquiteto Hélio Ferreira Pinto mostra a maquete ao prefeito Amintas de Barros(1906-1979), o ex-governador Tancredo Neves(1910-1985), e o ex-ministro da Educação e Cultura Clóvis Salgado(1906-1978).
Foto da década de 1960. Fonte: Arquivo Público de Belo Horizonte.
Chacrinha em BH
O apresentador pernambucano Abelardo Barbosa(1917-1988) aparece aqui em meio a uma campanha pela limpeza de BH quando fazia visita à cidade.
Foto de 1972. Fonte: Arquivo Público de Belo Horizonte.
Monumento à Civilização Mineira
O Monumento à Civilização Mineira é uma das obras mais famosas do escultor italiano Giulio Starace(1887-1952). Nascido em Nápoles e radicado em São Paulo, Starace construiu vários mausoléus para famílias ricas da época. Em 1929 o então governador mineiro Antônio Carlos convidou o artista para fazer a estátua que adorna a Praça da Estação. No pedestal está escrito em latim: "Os montanhistas são sempre livres"
Na imagem vemos a inauguração do monumento em 15 de Julho de 1930.
Fonte: Arquivo Público Mineiro.
Rua dos Caetés
A Rua dos Caetés é uma das mais representativas da arquitetura típica da época da construção de Belo Horizonte. Antes mesmo da inauguração da nova capital já existiam por lá vários estabelecimentos comerciais-um açougue, dois hotéis, dois restaurantes e uma joalheria. O conjunto arquitetônico da via foi tombado pelo poder público municipal em 1994. Apesar de estar situada na parte menos nobre do Centro, era, nas primeiras décadas do século passado, endereço de hotéis de boa qualidade, considerados "de família", diferentemente do que se via nas ruas vizinhas.
Na imagem vemos a esquina da rua com a Avenida Afonso Pena. Aparece, à direita, no cruzamento com a Rua São Paulo, a antiga sede do Banco do Comércio, hoje preservado, abrigando o Centro Cultural JK do Sesc.
Foto da década de 1930. Fonte: Arquivo Público Mineiro.
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