quinta-feira, 13 de março de 2014
Minas Tênis Clube
Na imagem vemos exibição de ginástica olímpica no gramado do clube.
Foto da década de 1950. Fonte: Centro de Memória MTC.
Praça Raul Soares
Na imagem vemos uma praça ainda sem as árvores frondosas de agora. A Avenida Bias Fortes aparece à frente, mostrando alguns sobrados que ainda resistem, como aquele desabitado na esquina com Rua Guajajaras. Ao fundo, a Serra do Curral ainda intocada e a ausência dos bairros que surgiriam aos seus pés nas décadas seguintes. À frente, a sombra do Edifício Randrade, na esquina com Avenida Augusto de Lima.
Foto de 1953.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Fazenda Gameleira
Nas imagens aparece a Fazenda Gameleira, que ainda não era bairro, sendo praticamente zona rural. As construções enfileiradas no topo ocupavam o local onde hoje estão o Hospital Sarah Kubitschek, o Colégio Salesiano, etc, permanecendo apenas duas delas, uma hoje abrigando o Distrito Militar, na curva da Avenida Amazonas, que aqui era apenas uma estrada.
Fotos de 1938. Fonte: Revista Produção/PBH
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Vista aérea
Na imagem destaca-se a Praça Raul Soares ainda com pequenos arbustos, o conjunto JK ainda em construção e o Mercado Central ainda sem a cobertura.
Foto de 1960. Fonte: PBH
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Praça Raul Soares
À frente na imagem vemos o terreno onde alguns anos depois seria construído o bloco 2 do Edifício JK. Ao centro, a Avenida Amazonas, com destaque para o Edifício Tupis.
Foto de 1950. Fonte: PBH
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Praça Sete
Na imagem vemos uma Praça Sete sem o obelisco, que havia sido transferido para a Praça Diogo de Vasconcellos. No local onde hoje está o Edifício Júlia Guerra existia este sobrado onde funcionavam diversos comércios, inclusive a livraria Rex, que sofreu um incêndio em 1977.
Foto da década de 1960. Fonte: PBH
Vista da Floresta
Imagem obtida do terraço do Edifício Sul-América mostrando à direita trecho do Viaduto Santa Tereza e ao seu lado o prédio onde funcionava a sede do Partido Comunista do Brasil. Mais acima, o Edifício Chagas Dória e a Igreja da Floresta na Avenida do Contorno. Ao centro, a Praça da Estação, o Rio Arrudas já canalizado e mais à esquerda o Viaduto da Floresta.
Foto de 1947. Fonte: PBH
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Avenida Afonso Pena
A imagem mostra uma avenida bem arborizada com os fícus ainda bem pequenos. À esquerda, trecho da Rua da Bahia; ao centro, o antigo prédio dos Correios, no quarteirão entre esta rua e Tamóios. À direita, parte do Parque Municipal.
Foto de 1910. Fonte: PBH
Avenida Afonso Pena
Oito anos após sua inauguração, Belo Horizonte apresentava um aspecto de cidade interiorana, apesar de sua dimensão. A principal avenida aparece aqui ainda de terra batida nas proximidades da futura Praça Sete de Setembro e a Igreja São José ainda estava em construção, obra esta que só seria concluída em 1910. À direita aparece trecho da Rua Rio de Janeiro.
Foto de 1905. Fonte: PBH
Avenida Afonso Pena
Imagem obtida do alto do recém-inaugurado Edifício Acaiaca, mostrando a Avenida Afonso Pena em boa parte da sua extensão. À esquerda, o Parque Municipal; à direita nota-se o Edifício Automóvel Clube em construção.
Foto de 1947. Fonte: PBH
Vista Parcial
Imagem obtida do alto da Feira Permanente de Amostras na Praça Rio Branco(Praça da Rodoviária), mostrando à esquerda o telhado da antiga Secretaria da Agricultura(atual RISP-Região Integrada de Segurança Pública) no início da Avenida Paraná. A seguir vemos a Rua Guarani em toda sua extensão; mais à direita, a Avenida Olegário Maciel, com destaque, no alto à esquerda, para a Praça Raul Soares(ainda não inaugurada) e a fábrica Massas Alimentícias Aymoré Ltda, na esquina com a Rua Aimorés, lugar hoje ocupado pelo gigantesco templo da Igreja Universal.
Foto de 1935. Fonte: Bonfioli/ PBH
Praça Raul Soares
Muitos dos edifícios existentes hoje no entorno da Praça Raul Soares ainda não haviam sido construídos ou estavam em obras. O chafariz ainda não havia sido instalado e as árvores, inclusive os flamboyants, ainda eram bem pequenos.
Foto de 1968.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Bairro de Lourdes
Em primeiro plano vemos a Rua São Paulo no trecho entre ruas Guajajaras e Timbiras, com destaque para a Assembléia de Deus, ainda existente no mesmo local. À direita também vê-se Rua Aimorés e no topo à esquerda, o alto da Avenida Afonso Pena. Acima, ao centro, a Igreja de Lourdes. Praticamente todas as casas que aparecem na imagem já foram demolidas, restando umas poucas na Rua Aimorés e aquele lindo casarão na esquina da Rua Timbiras com Espírito Santo e Avenida Álvares Cabral, restaurado recentemente e transformado em escola infantil da Prefeitura(UMEI Timbiras).
Foto de 1968.
Praça Sete
Uma praça sem o obelisco, que na época estava instalado na Diogo de Vasconcelos, a Savassi.
Cartão-Postal de 1968.
Avenida Afonso Pena
Imagem tomada da Avenida Afonso Pena nas proximidades da Avenida Getúlio Vargas, onde se destaca a Praça ABC.
Cartão-Postal de 1968.
Praça da Estação
Na imagem vemos a Praça Rui Barbosa, mais conhecida como Praça da Estação. Observe o rio Arrudas já canalizado, mas ainda descoberto e a predominância de Fuscas e Kombis no estacionamento. Ao fundo à esquerda, a torre da Igreja de Nossa Senhora das Dores, na Floresta.
Cartão-Postal de 1968.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Vista do Centro
Dois anos após sua inauguração, a nova capital apresentava um Centro ainda pouquíssimo habitado. Na imagem vemos à frente a Avenida Afonso Pena e ao fundo a Capela do Rosário, o mais antigo templo religioso da cidade, ainda existente na esquina da Avenida Amazonas com as ruas São Paulo e Tamóios.
Foto de 1899. Fonte: PBH
Praça da Liberdade
Imagem da Praça da Liberdade, destacando-se a antiga Secretaria de Transporte e Obras Públicas.
Foto de 1933. Fonte: Arquivo Público Mineiro.
Avenida Bias Fortes
Na Imagem vemos a Avenida Bias Fortes em toda a sua extensão, destacando-se à direita o primeiro bloco do Edifício JK em obra.
Foto de 1960.
Cine Teatro São Carlos
Este cinema funcionava no início da rua Padre Eustáquio, no bairro de mesmo nome, em prédio construído pela empresa Cine Teatral Ltda. A construção ainda existe, apesar de hoje estar descaracterizada, funcionando nela uma gráfica. Os cartazes anunciam a exibição dos filmes norte americanos "Náufrago da Vida" de 1938, estrelado por Charles Laughton e "Músculos de Aço" de 1934, com Buck Jones.
Foto do início da década de 1940.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Cine Theatro Brasil
Imagem antiga do recém-inaugurado Cine Theatro Brasil Vallourec. Fechado em 1999, o prédio passou por minuciosa restauração e funcionará como espaço cultural, abrigando exposições de arte, concertos, mostras de filmes, etc. Construído em 1932 sob projeto do arquiteto Ângelo Alberto Murgel no estilo Art Déco em forma que lembra um transatlântico, permaneceu por muito tempo como o maior cinema nacional e a edificação mais alta da capital.
Foto da década de 1940. Fonte: Acervo Museu Abílio Barreto.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Nova Estação Rodoviária
A atual Estação Rodoviária foi inaugurada em Março de 1971, substituindo a antiga, erguida em 1941. Era considerada na época a maior obra da América Latina no gênero, tendo sido projetada para suprir a demanda até o ano 2000.
Foto de 1973. Fonte: Revista Sua Boa Estrela.
Tragédia da Gameleira
No dia 4 de Fevereiro de 1971, no horário de almoço, ocorreu o desabamento de parte da obra do Palácio de Exposições da Gameleira, no Bairro de mesmo nome, devido à retirada antecipada das vigas de sustentação. É considerado o maior desastre da construção no Brasil. 69 operários morreram soterrados por toneladas de concreto e mais de 50 ficaram mutilados. Os corpos de muitos dos mortos não puderam ser retirados do local e apodreceram ali mesmo, provocando intenso mal-cheiro durante muito tempo na região. O projeto do arquiteto Oscar Niemeyer estava sendo executado pela construtora Sergen Engenharia, empresa também responsável pela obra do Fórum Lafayete no Barro Preto. As fundações ocorreram por conta da firma Sobraf. Os familiares das vítimas até hoje ainda lutam na justiça para receber indenização. Muitos anos depois a obra foi concluída.
Foto de 1971.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Avenida Augusto de Lima
Na imagem vemos trecho da Avenida Augusto de Lima entre as ruas da Bahia e Espírito Santo, tendo ao fundo o Edifício Automóvel Clube, o Museu de Mineralogia(atual Centro de Cultura Belo Horizonte) e o Edifício Arcângelo Maletta. Em menos de quarenta anos muita coisa mudou no local. Observe a predominância de Fuscas e Kombis.
Foto da década de 1970.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Fórum Lafayette
O Fórum Lafayette, que funcionava em prédio da Rua Goiás desde Janeiro de 1950, foi transferido para nova construção na Avenida Augusto de Lima em 18 de Julho de 1980, no local onde anteriormente era a sede do Ginásio Mineiro. Apesar da imagem ser relativamente recente, nela observam-se grandes mudanças no aspecto do Barro Preto e imediações.
Foto de 1980. Fonte: Divulgação TJ/MG
domingo, 20 de outubro de 2013
Palácio dos Correios
"O prédio ocupado pelo antigo Correio era uma linda edificação que ficava dentro do triângulo formado por Bahia, Tamoios e, à frente, pela Avenida Afonso Pena. Era róseo, de arestas pintadas de branco, alternando largos janelões com elegantes janelas estreitas. Tinha porão habitável, dois pisos e seu maior requinte estava no vestíbulo, cuja altura era a dos seus dois andares juntos[...]. Entrava-se na repartição postal pela Avenida Afonso Pena e caía-se na doce luz do hall, tamisada pelas imensas clarabóias. Era grande como praça pública e servia para encontros de toda sorte, inclusive os de amor."(Pedro Nava, 1985).
Cartões-Postais com fotos das décadas de 1920 e 1910(Colorizada). Fonte: Coleção Otávio Dias Filho.
Grande Hotel
O prédio de grandes dimensões, com o tílburi estacionado à frente era o Grande Hotel, construído em 1897, no próprio ano da fundação da cidade. Deu lugar bem mais tarde ao Edifício Arcângelo Maletta.
Foto da década de 1910.
Tribunal da Relação/Escola Normal/Instituto de Educação
O prédio do Tribunal da Relação, projeto do arquiteto Edgar Nascentes Coelho, iria funcionar inicialmente como ginásio. Construído em 1897, destinou-se, entretanto, ao Fórum. Na década de 1910 passou a ser ocupado pela Escola Normal. Em 1930 recebeu uma nova fachada desenhada pelo arquiteto Carlos Santos. Posteriormente passou a ser a sede do Instituto de Educação.
Cartão Postal com foto de 1910. Fonte: Coleção Otávio Dias filho.
Praça da Liberdade
Na imagem vemos a festa que ficou na história: Na Praça da Liberdade, em 12 de Dezembro de 1897, as comemorações de inauguração da nova Capital.
Igreja São José
O interior da Igreja São José conserva nos dias de hoje o mesmo aspecto do início do século passado. O que mudou radicalmente foi a elegância com que se vestiam os homens de então.
Foto da década de 1930.
Consulado Italiano
Este imponente sobrado, erguido em 1897, no mesmo ano em que a capital foi fundada, abrigava o Consulado Italiano.
Quem souber dizer a localização do prédio, por favor deixe comentário. Obrigado.
Foto da década de 1930.
Avenida Pedro I
Cena clássica na Avenida Pedro I na década de 1970. Os congestionamentos já tiravam a paciência dos motoristas.
Foto de 1978. Fonte: Arquivo Jornal Estado de Minas.
Estação de Bondes
Depois de instalada a Agência de Bondes, o cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua da Bahia passou a ser o coração de Belo Horizonte.
"O povo tumultua, os bondes passam rangendo nas ferragens, os autos e carros desfilam fonfonando, tilintando, passeando a elegância pelas avenidas"(Abílio Barreto, 1914).
Cartão postal colorizado da década de 1910. Fonte: Coleção Elysio O.Belchior
domingo, 13 de outubro de 2013
Belo Horizonte na Década de 1960
Belo Horizonte na Década de 1970
Vídeo: Belo Horizonte na Década de 1950
Filme pertencente ao acervo do CRAV, exibido pela TV Horizonte na década de 2000.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Vídeo: Belo Horizonte em 1928
Trecho inicial extraído do filme "Sangue Mineiro", longa-metragem mudo dirigido por Humberto Mauro e lançado em 1929, com locações em Belo Horizonte e arredores.
Observe de 1:08 a 1:36: a câmera começa na Igreja São José, pega a Avenida Afonso Pena e Amazonas, a Capela do Rosário e ao fundo se vê o local onde em 1936 seria inaugurada a Praça Raul Soares; depois aparece a Praça da Estação, a Praça e o Palácio da Liberdade.
Trilha sonora acrescentada pelo autor do blog.
Veja o filme na íntegra aqui:
"Sangue Mineiro"
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Praça Sete
A praça Sete, na verdade, deveria se chamar praça Doze, em homenagem ao 12 de Outubro, data do descobrimento da América. Entretanto, prevaleceu o 7 de Setembro, data da Independência do Brasil. O local foi palco de grandes manifestações, como as campanhas para o fim da Segunda Guerra Mundial e pelas Diretas Já!
Foto da década de 1950. Fonte: Arquivo Jornal Estado de Minas.
Obelisco da Praça Sete
Na imagem vemos a instalação do monumento na referida praça. Ele foi um presente da cidade de Betim à capital em homenagem ao Centenário da Independência. Em 1963, durante obras de modernização na região central da cidade, o mesmo foi deslocado para a Praça Diogo de Vasconcelos, a Savassi, só retornando para seu local original em 1980.
Foto de 1922. Fonte: I.Bonfioli/Arquivo Jornal Estado de Minas
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